O EVANGELHO PROIBIDO

INTRODUÇÃO

O Evangelho

A palavra Evangelho deriva do original grego ευαγγέλιον, que significa, literalmente, “boa mensagem”, “boa notícia” ou “boas-novas”. Mas, quais são estas boas novas e por que esta palavra tem sido repetida ao longo dos séculos e hoje mais do que nunca? É o que os estudos publicados neste site pretendem esclarecer de maneira simples, despretensiosa e sincera. Eles relatam os registros da Bíblia sagrada, comparando-os com a história, buscando as suas origens e as razões de haver tantas divergências e polêmicas e apresenta razões para sugerir que, realmente, a Bíblia é um livro verdadeiro e inspirado por Deus e conta toda a epopeia humana, desde a Criação e até à sua regeneração, que está prestes a ser consolidada.

A profecia bíblica, devidamente estudada e compreendida, revela que esta antecipação de acontecimentos futuros mostrados por Deus a pessoas escolhidas por Ele são, mais do que meras especulações, uma ciência exata, que devidamente estudada e corretamente interpretada mostram o propósito de Deus de anunciar o fim desde o princípio, para advertir e preparar os  Seus filhos para que esses solenes e terríveis acontecimentos não os encontre despreparados.

O livro descreve a Criação da vida na Terra e do ambiente para recebê-la, e mesmo revela a existência da vida antes da vida na Terra; ele trata da natureza do homem, relata a sua queda pela transgressão à ordem direta de Deus e que resultou na condenação de morte para toda a espécie humana, condenação que deveria ser definitiva e irreversível. As boas novas mencionadas são o anúncio, da parte de Deus, de que aquela sentença de morte foi por Ele comutada. Em lugar da morte do transgressor culpado, a pena seria executada na pessoa de quem o havia criado.

Para esclarecer o sentido da decisão do supremo Juiz de Toda a Terra e do Universo, a palavra comutação, quando é utilizada juridicamente para referir-se a uma sentença, significa troca, permuta, substituição. Mas, por quê o Criador, cuja Palavra sagrada o representa como justo juiz e cuja justiça perfeita e imparcial faria tal ato de aparente injustiça? A resposta é uma só: por amor!, como está indelevelmente registrado nas sagradas Escrituras, de uma forma que não pode deixar a menor dúvida: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Este dom é gratuito e nada pode ser acrescentado a ele, pois o preço pago foi suficiente, até excessivo. Nada que o homem fizer poderá acrescentar nada para esse fim. Ele apenas deve aceitá-lo com gratidão e se esforçar para mantê-lo.

Assim como a condenação atingiu toda a descendência do primeiro casal culpado (Romanos 5:12), o perdão também foi estendido a toda ela, mas com uma condição: o reconhecimento da culpa e a sua confissão a Deus e o arrependimento, além do propósito de não permanecer deliberadamente na desobediência e a aceitação do substituto que, mesmo sendo inocente, recebeu o castigo pela sua transgressão. Como a natureza do homem foi mudada depois do cometimento do primeiro pecado, ela adquiriu a propensão para o mal, o que não existia, quando Deus o criou à Sua imagem e semelhança (Gênesis 1:26-27). Desta forma o homem jamais voltará a ostentar um caráter moral como recebeu quando foi criado, a não ser quando for regenerado, por ocasião da volta de Jesus.

Estas boas novas de Deus, o Seu Evangelho, único e eterno, mencionado pelo apóstolo Paulo, não pode ser substituído e nem alterado, sob pena de sérias consequências para quem assim o fizer, pois suas palavras são por demais claras e diretas: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema(Gálatas 1:8, destaquei). Anátema não é boa coisa. Significa maldição, reprovação, condenação. Mas, a despeito da severa advertência, desafortunadamente e ao longo de toda a história do cristianismo, muitos evangelhos espúrios, apócrifos e contrários à sã doutrina ensinada por Jesus Cristo se espalharam e têm jogado por terra as verdades do Seu Evangelho, que é eterno, mas que em breve será proibido na Terra, como se verá ao longo destes estudos.

Além das origens, antes referidas, estes estudos se debruçam nas mensagens que se referem aos solenes acontecimentos finais da história humana, revelados pela Palavra de Deus. No entanto, em sua grande maioria, estes acontecimentos não têm sido compreendidos e quase sempre, são mal interpretados; e dentre os principais acontecimentos são destacadas as 3 mensagens finais de Deus ao mundo: O Juízo ou julgamento de todos os que serão julgados e declarados justos pela aceitação do sacrifício de Jesus e a restauração do Seu imutável Evangelho, a queda espiritual do cristianismo nominal e a solene advertência para que ninguém se deixe marcar por um sinal que trará terríveis consequências para os que desobedecerem à advertência de Deus.

Estes estudos mencionam, também, a profunda transformação que o mundo tem sofrido e sofrerá, influenciado por mega bilionários, investidores e líderes mundiais, cuja ambição pelo dinheiro e pelo poder irão levá-lo à grande crise final anunciada pela profecia sagrada. E eles tratam, finalmente, de um tempo de grande sofrimento para toda a humanidade, como nunca houve igual desde que existe homem sobre a Terra. Este período, que terá a duração de 5 meses, conhecido como “a grande tribulação”, será o período que antecederá à vinda de Jesus, no futuro próximo – um tempo horrendo, incomparável e indescritível -, anunciado por profetas, apóstolos e pelo próprio Senhor, quando a Terra será fustigada por 7 flagelos representados simbolicamente por trombetas e pragas. O grande propósito destes estudos é que eles sirvam de aviso e esclarecimento para muitos, para não serem surpreendidos pelo que virá pela frente e sejam beneficiados pelas promessas contidas no Evangelho Eterno de Jesus Cristo. Esta é o sincero desejo e a oração do seu autor, que roga a todos os que se sentirem beneficiados com sua leitura a compartilhem com outros, para que mais pessoas sejam esclarecidas e possam também se preparar para os eventos finais, antes da vinda de Jesus.

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